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novembro, 2006.
30 de novembro de 2006
As mudanças não se fazem com facilidade. Como disse certa vez Woodrow Wilson:”Se pretende fazer inimigos, tente mudar alguma coisa”. As mudanças incitam resistências em muitos níveis diferentes – individual, cultural e organizacional. O problema é que, na verdade, as pessoas não gostam que façam mudanças com elas. A atitude seria mais positiva caso elas pudessem iniciar o processo de mudança. Infelizmente, isso acontece muito raramente.
Trecho do livro Liderança na Empresa, de Manfred de Vries.
Por Roberto Machado em Comportamento
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29 de novembro de 2006
Mito ou verdade?
Parece que o chocolate, assim como o café e o chá, possui uma capacidade incomum para interagir com a química cerebral. O Dr. Adam Drewnowski, da Universidade de Michigan, descobriu que, bloqueando quimicamente receptores opióides no cérebro, era capaz de diminuir pela metade o consumo de chocolate em comedores compulsivos. Ele diz: “nossa pesquisa indica que os opióides estão implicados no desejo intenso por alimentos ricos em açúcar e gorduras, particularmente chocolates”.
Os pesquisadores também descobriram que o chocolate – assim como a cafeína – estimula a produção de um produto químico chamado feniletilamina. Esta substância tem sido associada há algum tempo ao “sentir-se apaixonado” – as primeiras pesquisas neste sentido foram realizadas pelos médicos Donald F. Klein e Michael R. Liebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. É provável que explicação da sensação de extremo bem-estar ao devorarmos uma caixa de bombons passe por este caminho.
O chocolate contêm nutrientes essenciais para energia, bom humor e prevenção da insônia. Alguns destes nutrientes estão ausentes em boa parte da dieta e os cientistas acreditam que o chocolate seja sua principal fonte. Comer vegetais folhosos verdes, como brócolis e aspargos, é uma boa maneira de evitar o desejo intenso por chocolate, pois substitui algumas das substâncias que produzem o “vício”
Fonte: Cidadeverde.com
28 de novembro de 2006
Um morador de Ribeirão Preto acertou sozinho o primeiro sorteio da Dupla Sena na última sexta-feira e foi ontem buscar seus R$ 2,2 milhões. Ele é operário, veio do nordeste para trabalhar na cidade. Provavelmente veio de ônibus e agora vai voltar de avião para matar a saudade da família, deixada para trás há alguns anos.
Às vezes a verdadeira sorte ou azar pode mudar a vida de uma pessoa. Um letreiro, daqueles tipo torre iluminado, caiu em cima da padaria de um cliente devido as tempestades que tem dado por aqui. Arrebentou com o teto e a fachada. Infelizmente ele foi obrigado a desistir do negócio que já estava andando devagar.
Sinceramente eu acabava ficando um pouco irritado quando alguém me dizia que eu tinha sorte. Afinal, ralei muito para chegar até aqui e neguinho vinha falar de sorte. Percebi a mesma irritação em outros empreendedores. Mas depois da tempestade, acabei vendo que realmente tenho sorte, não pelo que aconteceu comigo e minha empresa, mas pelo que NÃO aconteceu. Graças a Deus nenhuma árvore ou letreiro caiu em cima da loja de doces, nenhuma das vending machines foi danificada pela água, nenhuma moto de entrega foi arrastada, não houve perda de produtos e olha que a enchurrada passou na porta.
A contar pelo restante da cidade, temos sorte.