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31 de outubro de 2006

Ação viral da Garoto

A Garoto criou um hotsite para promover o concurso “O Talento que existe em você“. A ação consiste em possibilitar aos usuários a edição de um filminho institucional do chocolate Talento de forma que é possível a inserção de frases personalizadas entre os “takes” do filme.
A promoção é para o lançamento do Talento Cream Avelã. O efeito viral inicia-se logo após o término do filme pelo usuário, quando é necessário ganhar pontos disparando o filme editado para os amigos. Quanto mais pessoas indicar, mais chance de ganhar.

Os prêmios são:

1º colocado - Ipod Vídeo e muito Talento Cream.
2º colocado - Ipod Nano e muito Talento Cream.
3º colocado - Ipod Shuffle e muito Talento Cream.
4º ao 10º colocado - Relógio Talento e muito Talento Cream.

Prêmio especial:
A pessoa que indicar o 1º colocado ganha um Kit Relógio Talento e muito Talento Cream.

Ufa! Haja Talento Cream.


Technorati : , , , ,

30 de outubro de 2006

A força da diferenciação

A competição no mundo moderno pode às vezes ser implacável, mas graças a ela algumas pessoas têm se superado nos quesitos criatividade e diferenciação. Também é interessante notar que grandes descobertas podem ser feitas quase que por acaso quando seus assuntos se tornam alvos de estudo. Lembra da penicilina ou da pólvora? Como dizia Pasteur; “O acaso só favorece aos espíritos preparados e não prescinde da observação”.

Veja aqui as histórias da fábrica de chocolates da Eliana Pasquali e da empresária Roseli que desenvolveu uma máscara facial baseada no cacau. Uma máscara de chocolate! Você pode também assistir ao vídeo no site PEGN.

28 de outubro de 2006

Pequenas empresas lucram mais II

Martin Messier elucidou com uma análise lógica o que escrevi em – Pequenas empresas lucram mais – e respondeu a pergunta; “Onde está o equilíbrio. Será melhor faturar mais e lucrar menos, ou faturar menos e lucrar mais?”

Vamos ver agora porque quis que você pensasse no equilíbrio. No artigo do Martin foram abordadas as duas pontas; a grande empresa e a pequena empresa. Mas um problema reside exatamente na transição de uma para outra. Justamente onde a balança nivela entre o lucro e o faturamento. Neste ponto é preciso estar preparado para um fenômeno que pode acontecer.

Há algum tempo o Renato, um amigo de infância, me contou que estava esgotado pelo trabalho em sua transportadora e que se arrependeu de não segurar as rédeas do crescimento do negócio até aquele ponto. Sua vida pessoal estava uma bagunça e sua mulher estava querendo a separação

Ele havia iniciado uma transportadora pequena que logo começou a lucrar mantendo um pró-labore, digamos suficiente para viver bem. Naquela época meu amigo tinha tempo e paciência para brincar de cavalinho com o filho pequeno e seu relacionamento com a esposa era perfeito. Com o passar dos anos a empresa foi crescendo paulatinamente, aumentando o lucro e a retirada dele também. Porém começou a faltar tempo para a vida pessoal. Segundo ele, era aqui que deveria ter segurado o crescimento da empresa. Mas como havia capital de giro Renato continuou a investir comprando mais caminhões e aumentando a quantidade de funcionários, etc… Renato queria ser grande.

Então, um fenômeno aconteceu. Apesar de já estar com um grande capital, a empresa de meu amigo começou a lucrar menos e ele foi obrigado a diminuir seu pró-labore. O crescimento da estrutura começou a consumir recursos rapidamente apesar do aumento do faturamento.

Analisando os gráficos financeiros ele identificou uma zona intermediária no crescimento de sua empresa. Área em que não devia ter entrado. É justamente essa a zona de transição, a área de equilíbrio entre o lucro e o faturamento. Renato estava faturando muito mais, mas retirando o mesmo pró-labore de quanto iniciou a transportadora.

Por que eu perguntei onde está o equilíbrio? Porque você precisa saber onde está o bicho papão para fugir dele. Renato recuou o crescimento de sua empresa e só retomou o crescimento quando sentiu força suficiente para saltar essa zona no gráfico. Mas isso custou uma esposa.

Essa zona de perigo varia de acordo com seu capital de giro, cuidado para não pisar nela. Se você não puder se definir nitidamente como grande empresa, então espere e armazene recursos para isso. Não deixe que a inércia te leve paulatinamente. Pare um pouco antes, como alguém que pega impulso para saltar um buraco.

27 de outubro de 2006

Garrafa ao mar

Navegando pelo mar de informação da internet me deparei com a “Garrafa ao mar” lançada pelo Menalton Braff. Dentro havia uma mensagem que me colocou para pensar por algum tempo. Não é fácil buscar uma resposta para: É possível melhorar o mundo?

Diante desta pergunta me senti pequeno. Afinal, antes de achar a  resposta é necessário conhecer os problemas e não há especialista que consiga concatenar em pensamentos todo o conhecimento necessário para isso. Estamos falando do mundo!

Comecei instintivamente a usar uma técnica administrativa que consiste em dividir grandes e complicadas tarefas em várias tarefas menores. Fiz isso, e através de uma viagem pela coletividade; a escola, a política, as igrejas… Cheguei a fonte dos problemas, ou soluções da humanidade. O próprio ser humano solitário, a resposta está no indivíduo.

Cada um de nós é responsável pelos erros e pelos acertos da coletividade. Somos uma equipe e eu acredito nela. Nesse ponto, meu sentimento de impotência frente à magnitude da pergunta começou a desaparecer. É sim possível melhorar o mundo, mas o indivíduo também precisa entender a coletividade. Entender que pode ser ruim para o seu vizinho o que é bom exclusivamente para si próprio. É igualmente importante que os que compreendem a coletividade não se sintam tentados pelo seu poder dando início a fisiologismos voltando-se ao indivíduo. Para isso, o conhecimento.

Como diz a música, “a vida vem em ondas como o mar” e é necessário compreender os extremos para encontrar o equilíbrio. As guerras, a intolerância, as fronteiras, a corrupção, as diferenças são um reflexo do aprendizado da criança humanidade. Para resumir eu acredito que o homem indivíduo e o tempo podem melhorar o mundo em vários aspectos se não em todos eles.

Como diz um velho sábio. Tem que ter fé.

26 de outubro de 2006

Empreender virou mania

O uso indevido da palavra “empreendedor” tem tomado tamanha proporção no nosso cotidiano, que se faz necessário revisitar o seu verdadeiro significado, sob pena de não sermos mais capazes de identificar corretamente esse agente de mudanças tão valioso para o desenvolvimento de qualquer sociedade. A confusão a respeito do real sentido do termo “empreendedor” teve início com a bolha da internet, no fim da década de 90, a qual alçou o empreendedorismo ao posto de carreira altamente desejável e fez jus à importância dos empreendedores para o aquecimento da economia.

A fama e a fortuna conquistadas pelos jovens que conduziram empresas recém-fundadas virou a cabeça de muita gente e transformou milhares de consultores e banqueiros em empreendedores-relâmpago. Sem contar a onda de IPOs (Initial Primary Offer, que significa, em português, a primeira oferta das ações de uma empresa no pregão) bem- sucedidas na Bovespa, que levou um grande número de brasileiros a acumular milhões de reais nos últimos dois anos. O novo cenário, marcado pelo otimismo e por ganhos aparentemente fáceis, alimentou o sonho de conduzir o próprio negócio e ajudou a fazer do empreendedorismo um modismo.

Algo realmente surpreendente, já que não faz muito tempo, os empreendedores no Brasil eram chamados apenas de “pequenos empresários”. A falta de perspectivas de grandes e rápidos ganhos de capital com a atividade empreendedora já vinha embutida no adjetivo “pequeno”, o que levava muitas pessoas a olhar com desconfiança quem investisse na concretização do negócio próprio. Livrar-nos deste estereótipo não foi fácil e levou tempo, mas felizmente aconteceu. Foi um grande avanço, pois rotular alguém pelo porte de sua empresa é, no mínimo, inadequado e pouco estimulante. Além disso, até o advento da bolha da internet, os empreendedores eram vistos com muito preconceito pela sociedade, que ora os enxergava como os vilões trapaceiros das novelas, ora como profissionais que não foram capazes de arrumar um bom emprego.

Mas parece que fomos de um extremo ao outro. Assim, ter espírito “empreendedor” tornou-se uma qualidade desejável e aplicada a qualquer pessoa, em todas as situações. Transformou-se em um elogio concedido àqueles que têm persistência e coragem. Outro dia mesmo, eu perdi um amigo, que me pediu um conselho a respeito de abrir ou não um negócio próprio. Por conhecê-lo muito bem, fui honesta. Disse-lhe que não acreditava que ele tivesse perfil empreendedor. Ele ficou ofendidíssimo, como se o tivesse chamado de incompetente ou algo ainda pior.

Afinal, qual seria a definição adequada para esta palavra? Existem muitas correntes de pensamento acerca do assunto com ênfases distintas nas capacidades do empreendedor: de tomar risco, de inovar e de criar novos negócios. Entre tantos estudiosos, destaca-se o professor Howard Stevenson, da Universidade de Harvard, que resume o empreendedor como aquele que explora uma oportunidade contando com recursos que não controla. E é justamente o talento para realizar muito com recursos parcos que se transforma no seu maior diferencial em relação a tantos outros agentes do mundo dos negócios. É essa capacidade que lhe confere o poder de geração de valor para a cadeia produtiva e social, esteja o empreendedor à frente de negócios com fins lucrativos ou no comando de organizações não-governamentais, o chamado empreendedor social.

O entendimento popular atual sobre o que é de fato um empreendedor ignora quaisquer considerações teóricas. O maior risco de não levar em conta os conceitos acadêmicos é de nos perdermos numa espécie de “empreendedomania”. O que isso significa? Transformar o termo “empreendedor” em um adjetivo vulgarizado ou num outro extremo, que endeusa o indivíduo que tem por conduta empreender. Em ambos os casos, o modismo aponta o empreendedorismo como o único caminho a seguir. Isso seria tão perigoso e nocivo quanto o desprezo social que imperava anteriormente, pois pode levar pessoas a se aventurar no mundo dos negócios sem as qualificações necessárias e por razões equivocadas.

Por Marília Rocca

25 de outubro de 2006

Doceblog no A CIDADE

O DoceBlog – Blog da DoceShop teve publicação na seção “Informática” do Jornal A CIDADE de Ribeirão Preto. É uma grande honra ser relevante para este jornal e agradecemos a todos os que nos deram esta chance de atingir um público focado em nossa região. Nossos agradecimentos especiais para a repórter Beatriz Camargo que abordou muito bem o assunto.

Durante a entrevista citei o blog Interney do Edney, o Virtual Entrepreneur da Cris e o Blog Corporativo do Fábio Cipriani. Blogs que tiveram, de uma forma ou de outra, grande participação como estopim na criação e desenvolvimento deste blog corporativo, fosse através de dicas, rede de relacionamentos, exemplos e até apoio moral.

É muito bom ver a rede de links, ou a Internet da Internet como disse uma vez o amigo Edney, se tornar uma rede fora da Internet também. Pena que esta seja muito mais limitada no que se diz respeito ao espaço. :)

Tivemos o prazer de figurar junto com o Fábio, especialista em blogs corporativos, na mesma página. Eu li seu livro – Blog Corporativo – que está temporariamente confiscado pela repórter e sugiro que você não perca a oportunidade de ler também.

Além de muito inteligente ele quase conseguiu ofuscar a beleza do gordinho simpático lá em cima (nas fotos eu encolho a barriga). ;)

A TV regional também veio fazer entrevista. Eu não vi minha aparição na telinha, mas minha prima, minha vizinha, meus clientes viram e disseram que ficou muito bom. Acho que é verdade que a TV engorda porque vi o câmera diminuir bastante o zoom quando me focou.

O caminho das pedras está aí. Aos empreendedores fica o exemplo prático do que um blog corporativo pode trazer como resultado. Até agora não tivemos problemas, mas os alertas do Cipriani são sempre relembrados. Outra coisa, antes de se aventurar no mundo dos blogs, leia muito. Leia outros blogs e entenda o que é a blogosfera. Ah…não esqueça de comentar também.

24 de outubro de 2006

Prêmio Mulher Empreendedora

O Prêmio Sebrae Mulher Empreendedora tem como objetivo dar maior visibilidade às histórias de sucesso das inúmeras mulheres empreendedoras que estão espalhadas pelo Brasil. O prêmio é uma das ações previstas no convênio de cooperação firmado entre o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW Brasil).

Ao dar visibilidade às histórias de mulheres empreendedoras por meio do prêmio, as três instituições querem reforçar o papel de destaque da mulher no empreendedorismo brasileiro. Participar é fácil. Veja como.

21 de outubro de 2006

Rapidinha

Como disse nosso amigo Antônio Carlos: “Não existe forma melhor para se ganhar muito dinheiro e rápido do que ter uma empresa. Pena que essa também é a melhor forma para se perder muito dinheiro e rápido.”

Pense nos riscos, analise. Se pular, então pule de cabeça, mas mantenha uma reserva para servir de pára quedas caso seja necessário. Não dá para ter reserva? Bom. Você pode saltar atrás do pára-quedas. Mas alcance ele antes de chegar no chão.

19 de outubro de 2006

Bala para hipocondríaco

Tenho sempre comigo um remédio para enxaqueca. Quando a danada ataca é para valer e não consigo fazer nada a não ser ficar totalmente isolado em um quarto escuro e quieto. Já há algum tempo não tive mais crises, mas continuo com uma cartelinha de comprimidos em locais estratégicos, tamanho é meu pavor dela voltar.

A manha é tomar um comprimido quando ela avisa que vai vir. Quem tem esse problema vai me entender, realmente ela dá um sinalzinho de que vai atacar. Uma dorzinha que aparece uns quinze minutos antes dela vir forte.

Dia desse ela deu o sinal. Corri no meu esconderijo de remédio e putz! Lembrei que tinha “emprestado” os últimos dois da cartela para um amigo. Parece que esse problema ou é comum, ou é contagioso. A questão é que a única coisa que eu tinha em mãos era uma cartela de Halls Creamy de melão, que é igual a de comprimidos. É uma cartelinha prateada com nove balas.

Pensando no Efeito Placebo fechei os olhos e apertei uma bala para tira-la da cartela, mas o que eu tinha na mente era o Cefaliv, remédio para enxaqueca. O barulho foi o mesmo, o efeito tátil idêntico. Engoli.

Continuei trabalhando e esqueci do ocorrido, afinal foi uma bobagem. Acontece que a dor de cabeça não veio. Funcionou! O doutor vai ficar surpreso quando perguntar o que estou tomando para a enxaqueca.

18 de outubro de 2006

DoceShop na Doce Revista

EntrevistaA Doce Revista é uma publicação da Editora Definição, responsável entre outras publicações pela líder Plásticos em Revista, tem em sua equipe jornalistas especializados que conhecem a fundo quem é quem no setor. Uma equipe afinada com o dia-a-dia e os anseios do mercado doceiro; que conhece desde o pequeno varejista aos grandes atacadistas, fabricantes ou fornecedores de matérias-primas.

E agora, mais um acontecimento interessante para a DoceShop graças ao Blog Corporativo. Tivemos entrevista publicada na seção “NO PONTO” da Doce Revista. Agradecemos a Repórter Sônia Salgueiro pelos novos contatos que estão surgindo. Mais um exemplo de que os blogs têm grande potencial de marketing. Só lamento não ter descoberto isso antes.

A propósito. Dessa vez foi publicada uma foto minha. Uma boa oportunidade para que você possa me conhecer melhor. Aliás, acho que vou até aproveita-la para melhorar a seção “sobre” do blog.

Por hoje é só. Um abraço. ;)

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