20 de
junho de
2007
O amigo Raphael me convidou para este meme. Sinta-se a vontade para participar também, eu apreciarei muito. Bom, competição pode ser descrita como uma disputa entre dois ou mais indivíduos que buscam vencer sobre uma ou várias características comuns. Disputas geralmente costumam culminar em um tipo de processo seletivo preservando os mais rápidos ou os melhores adaptados ao ambiente da competição, no caso blogs.
Na natureza a competição tem função importante como elemento de regulagem para evitar a superpopulação das espécies, elevando a quantidade de vezes que ocorrem agressões ou violência no intuito do indivíduo assegurar a própria sobrevivência e a de seus descendentes. Isso acontece na blogosfera também? Depende do ponto de vista.
São variadas as áreas em que podem surgir competições quando falamos em blogs, basta relacionar um grupo de características. Acredito nisso porque as pessoas são naturalmente competitivas, claro, cada uma em seu nível.
Algumas vezes a competitividade pode surgir através de simples comparações. Pode ser uma análise do PR, da visitação do blog, da popularidade do blogueiro, da quantidade de posts inseridos e a freqüência, beleza do design, ranks e por aí vai.
A característica em que costumo competir com outros blogueiros, mesmo que só eu saiba é o RESULTADO. Por exemplo, se o objetido do blog é vender alguma coisa, então quanto vendeu, isso me mantém dentro de competições saudáveis e principalmente produtivas. Com isso eliminamos a disputa destrutiva e colaboramos para o crescimento da blogosfera brasileira.
Gosto de encarar qualquer tipo de competição como uma maneira de melhorar em algum aspecto. Isso é saudável, e mesmo que a disputa machuque como numa luta de boxe os participantes devem rir, se abraçar e levantar o braço do adversário vencedor. Porque ambos ganharam.
Por
Roberto Machado em
Comportamento
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11 de
junho de
2007
Um amigo comerciante me disse certa vez que não usa internet porque acha inseguro. Logo depois comecei a lhe contar sobre alguns assaltos que sofremos na loja. O susto e o medo são grandes, principalmente quando se vê uma arma de calibre nas mãos de um garoto de 11 anos, que precisa ficar na ponta dos pés para se fazer aparecer do outro lado do balcão.
Meu amigo, com ar de riso, disse que simplesmente poderíamos desarmar a criança e dar umas boas palmadas. Já o policial que nos atendeu no referido dia alertou-me justamente do contrário. Estas crianças sabem da sua fragilidade e atiram por qualquer coisa, mesmo que nossa intenção não seja ataca-las.
Qual é meu ponto? Bom, onde existem pessoas e diferenças de todos os tipos sempre haverá a turma dos “espertos” e, do contraponto, os inseguros. Dia desses foi televisionado o caso de bandidos vendendo carros fantasma na internet. O que não ficou claro é quais são as medidas preventivas para evitar ser enganado. Aliás, como analisar a idoneidade de uma empresa na internet não foi mencionado de forma alguma. Simplesmente suprimiram esta importante informação da reportagem.
A questão é que prefiro a dita insegurança da internet, que diga-se de passagem, pode ser facilmente diminuída ou praticamente eliminada com a ajuda do próprio usuário. A insegurança da vida real mata, fere, aleija e na maioria dos casos é muito mais difícil de ser rastreada. Os “meus” bandidos da vida real e muitos outros que aplicaram o antigo golpe do bilhete premiado por exemplo, estão soltos. Os meliantes da internet foram pegos.
Por
Roberto Machado em
Lei e ordem
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1 de
junho de
2007
Quando um empregado reclamou dos baixos pagamentos, na fábrica de tintas especiais Sandstorm, nos Estados Unidos, a diretoria o desafiou a criar um novo plano de remuneração junto de seus colegas.
Depois de sete meses, o comitê apresentou um programa de “Pague pelo conhecimento”, que previa que os empregados que desenvolvessem novas habilidades e aprendessem novos aspectos que poderiam ser usados na fábrica poderiam ganhar até cinco dólares a mais por hora.
Agora, a pergunta que não quer calar. O que você achou disso?
Por
Roberto Machado em
Curiosidades
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