22 de
janeiro de
2008
Após criar um blog corporativo, descobrimos sem querer uma maneira de aumentar 270% a visitação gratuita
Criar um blog é uma ciência. Assim como uma empresa, um blog também é capaz de fornecer ótimos insights se mantido sob a tutela de um sistema métrico eficiente.
Se é possível medir e comparar, então é possível evoluir.
Ao longo do tempo, fazendo nosso blog, aprendemos várias técnicas SEO (Search Engine Optimization) para aumentar a visitação, mas uma em especial se destacou (pelo menos conosco).
Uma imagem vale mais que mil visitas
O uso de imagens, em combinação com palavras-chave no nome do arquivo, descrição, legenda e texto adjacente nos ajudou a aumentar a exposição e pode ajudar aos que desejam criar um blog bem visitado.
O melhor efeito desta técnica ocorreu no artigo sobre os falsos bebês de marzipan. Analisando as métricas deste artigo, diagnosticamos que a origem dos visitantes eram na maioria, de buscas feitas no Google Imagens, para a palavra-chave ‘bebês’.
Até este ponto, a imagem utilizada aparecia em quinto lugar, na segunda página de resultado do ‘Google Imagens’.
Esta posição estava nos trazendo 170 novos visitantes por dia de forma constante, com poucas oscilações. Muito bom para um único artigo, até que fomos atacados por um plagiador.
Nosso blog inteiro estava sendo vampirizado por um espertinho, que a partir do seu site estava abrindo nosso blog dentro de frames. Foi quando algo excepcional aconteceu.
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Roberto Machado em
Fazer um blog corporativo
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14 de
janeiro de
2008
Idéia de marketing simples e eficiente para enfeitar vitrines de forma participativa ao cliente. Custo praticamente zero.

É simples. Pegue um molequinho de rua, vista uma roupinha bonita e deixe-o passar vontade de 18 a 20 horas por dia. Pelo menos foi essa a impressão que minha miopia me deu, durante o passeio pelo shopping.
Enquanto me aproximava fui pensando em dar ao menininho o que ele quisesse. Fiquei morrendo de pena. Estou sensibilizado com o nascimento do meu sobrinho e imagens de crianças viajam pelos meus pensamentos.
O efeito surpresa causando marketing
Continuei andando até chegar a ilha de chocolates. Fiquei surpreso quando vi de pertinho. Era um boneco colado no vidro!
Gentilmente a atendente me perguntou o que eu desejava. Bom, o que eu queria era satisfazer uma criança. Sendo assim, meu sobrinho vai gostar do presente. Também levei para casa a lição de que a melhor estratégia de marketing, continua sendo aquela do pensamento que cria sentimento que cria comportamento.
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Roberto Machado em
Marketing
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13 de
janeiro de
2008
Basta um botão para a máquina do governo aumentar o poder de sucção e ainda propagandear o fim da CPMF

Uma imagem. Mil palavras.
Fonte: A Cidade
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Roberto Machado em
Lei e ordem
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6 de
janeiro de
2008
Prefeito é pego por infração de trânsito com mussarela inadequada para consumo e sem nota fiscal
Divan José de Resende. Por incrível que pareça ele foi detido pela PM, em Ribeirão Preto, com um caminhão carregado com 6 toneladas de queijo, marca Ramos, sem nota fiscal. Segundo a fábrica todo o lote estava com embalagem falsa.
O queijo estava sendo transportado de forma inadequada e a vigilância sanitária determinou que fosse levado para o aterro sanitário.
Empreendedorismo não aceita atalhos
Comum nas seções de cinema de uma variedade de treinamentos corporativos o vídeo ‘Quem mexeu no meu queijo’ fala sobre como atingir o sucesso em tempos de mudanças, utilizando como personagens dois ratinhos e dois duendes dentro de um labirinto.
Se você ainda não viu segue os links para o vídeo:
Algumas vezes o empreendedor faz tudo certo tal qual o duente Haw do vídeo, mas é obrigado a começar na informalidade. Existem empresários de sucesso que começaram vendendo muamba como camelôs, eu não recrimino mas também não posso concordar.
Cada caso é um caso, mas sou absolutamente contrário quando quem faz isso usa alimentos ou remédios e é ninguém menos que um Prefeito.
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Roberto Machado em
Comportamento, Empreendedores
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1 de
janeiro de
2008
Você não precisa gostar de tudo que vende se entende seu mercado e as necessidades dele. Apenas é preciso ser verdadeiro e gerar confiança.
Gurus e consultores rezam que o empreendedor tem que amar seu próprio produto. Concordo.
Sou um apreciador fanático do mundo dos doces, mas algumas vezes o gosto pessoal não tem reflexo no mercado. O que não gosto, por coincidência, é um dos produtos carro-chefe nas vending machines. Em contrapartida alguns produtos dos quais gosto não cai na graça da maioria.
Com o tempo aprendi que meu gosto pessoal não é tão relevante. O gosto do cliente é o que importa.
Meu papel é ser franco quando alguém pergunta minha opinião, porque estou aqui para gerar confiança que vale mais que uma venda. Uma relação de confiança vale milhares de vendas.
Os fatores que costumo analisar são:
- Tema do produto
- Embalagem
- Peso
- Sabor/gosto
- Qualidade
- Validade
- Preço
- Marca
- Tamanho
- Textura
- Local de venda
- Método de produção
- Transporte
Gosto não se discute, mas se pesquisa
Posso detestar a embalagem, mas gostar do sabor e do tema. Isso não tem nenhum valor prático sobre o produto que o cliente prefere. Mercado é mercado e não sou eu que vou contestar.
Difícil é enfiar isso na cabeça de gerente de vendas que acabou de chegar do treinamento. O cara vem aqui e quer que eu experimente o produto dele, se nego, o cidadão vem com o sermão do “você tem que gostar do que vende”.
Vamos pegar leve minha gente. Se eu for comer tudo que me oferecem pra saber do que gosto ou não gosto não vou mais precisar vir trabalhar andando. Venho rolando!
Detesto Fandangos, e nem por isso devo ter dor na consciência quando ofereço. Muitas pessoas adoram o isoporzinho e estou respeitando…
… a opinião alheia.
Por
Roberto Machado em
Comportamento, Produtos
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