31 de
julho de
2009
Oferecer brindes ganha um novo significado quando combinado com campanhas de email marketing. Ofereça conteúdo gratuito, faça seus clientes voltarem pedindo mais e veja suas vendas aumentarem exponencialmente!

Você já quis testar ou saber mais sobre um produto antes de comprá-lo? A maioria das pessoas dirão sim. Antes de tirar o escorpião do bolso os clientes vão querer ter certeza que seu produto funciona, tem valor e principalmente vale o preço.
A maneira mais rápida de efetivar uma venda talvez seja evitá-la inicialmente. Melhor que focar apenas na venda seria focar em dar uma chance para os clientes experimentarem seu produto.
Através do email marketing é possível enviar amostras a interessados – super segmentado – ou criar expectativa sobre os benefícios que podem ser obtidos, enviando textos capazes de criar uma ponte mental, onde o cliente vê a solução de um problema no seu produto.
O que acontece é que 64% dos produtos comprados em lojas físicas ou não, tiveram informações a seu respeito buscadas na Internet. Fica claro porque a empresa deve ter uma presença on-line, mesmo que venda somente em loja física.
No entanto, contentar-se apenas com um site institucional bem visitado seria o mesmo que comer o papel e jogar o chocolate fora. Há muito para ser explorado já que 95% dos visitantes não irão comprar nada na primeira visita.
Então, como resolvemos isso?
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Roberto Machado em
Marketing, Tecnologia
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22 de
julho de
2009
Conhecer exatamente quem são as pessoas que fazem parte da nossa comunidade é a melhor maneira de afinar o conteúdo do nosso blog e confeccionar um Media Kit.
Já não é a primeira vez que me perguntam o perfil dos leitores do nosso blog e não tenho uma resposta pontual para dar. Minha desculpa? Não havia massa crítica de visitantes suficiente para uma pesquisa estatisticamente significante.
Agora não há mais desculpas.
Está lançada a primeira pesquisa de perfil do blog da DoceShop. Estou contando com sua colaboração para matar não só a minha curiosidade, mas também a dos leitores, já que a pesquisa será publicada.
Aproveitando o pau matarei um segundo coelho. Vamos utilizar o resultado da pesquisa como parte integrante de um media kit. Afinal, todo blog que se preza precisa de um, não é mesmo? Então, chega de papo e segue o formulário. (pesquisa encerrada)
Atualização: Missão cumprida! Agradeço a todos que colaboraram. Já está disponível no link abaixo o download do media kit com o resultado da pesquisa.
» Download - Media Kit do Blog da DoceShop
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Roberto Machado em
Geral
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15 de
julho de
2009
Revelo agora para você qual é o software de e-mail marketing que uso para fazer minhas campanhas. Esta estratégia de marketing fica mais comum a cada dia e torna-se uma importante arma em nosso arsenal

Um bom software de e-mail marketing pode ser usado como ferramenta fundamental para muitas estratégias de marketing digital. Este blog corporativo, por exemplo, tem a missão de criar relacionamento com meu público alvo e possui uma campanha de e-mail marketing.
Antenados nisso, muitos leitores e membros do fórum me perguntam como fazer suas campanhas e qual é o software de e-mail marketing que uso. Faz tempo que estou devendo uma resposta.
Não o farei esperar nem mais um segundo. O software de e-mail marketing que uso é o GetResponse da Implix (clique no link e visite), um dos mais famosos e utilizados do mundo.
É um software online avançado, para você testar e mensurar toda ideia que tiver. O primeiro pensamento que tive quando conheci foi que se é avançado deve ser caro. Porém, para minha surpresa, a empresa lhe permite começar suas campanhas de e-mail marketing com US$18,00!
Por que fazer campanha de e-mail marketing
Os que ainda não estão familiarizados com e-mail marketing devem estar se perguntado porque deveriam se preocupar com isso. Quais benefícios uma ferramenta dessas poderia trazer para seu negócio? Bom, algumas empresas fazem fortunas com suas campanhas.
Como fazer uma campanha de e-mail marketing para aumentar vendas e ganhar dinheiro fica para outro post, por enquanto vamos publicar 9 boas razões para incluir o e-mail como estratégia de marketing.
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Roberto Machado em
Marketing, Tecnologia
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6 de
julho de
2009
Sucumbir à tentação de mentir no currículo, assim como omitir ou exagerar são erros comuns que não valem a pena. Descubra como aumentar suas chances sem cair nas armadilhas e cometer deslizes éticos

As empresas que prestam serviços de análise de currículos para companhias dizem que recebem em média 40% de currículos com informações distorcidas e 20% deles com mentiras deslavadas.
Maquiar currículos para parecerem mais atraentes não é um mal apenas dos brasileiros, as estatísticas americanas são parecidas. Aparentemente as tendências de mentir no currículo são reforçadas com o aumento da competição na hora de procurar emprego.
Desde o início da crise, foram fechadas cerca de 700 mil vagas de emprego e muita gente sentiu a água bater na bunda. Trataram de buscar alternativas. Com isso ocorreu um aumento significativo na quantidade de currículos enviados às empresas.
Mentir no curriculo afasta as boas chances
Neste cenário de competição acirrada surge a tentação de mentir ou exagerar na hora de fazer currículo. Um risco que não vale a pena. Especialistas dizem que mentir pode até garantir mais entrevistas, mas não empregos. Na verdade, pode deixar o candidato ainda mais distante das boas oportunidades.
O entrevistador é um profissional treinado para detectar as mentiras e discrepâncias entre o que o candidato fala e o que está escrito em seu currículo. Uma pequena hesitação ou incoerência já é suficiente para levantar as orelhas do entrevistador.
Após a entrevista ainda existe o filtro das referências e os profissionais de RH estão muito capacitados para fazer uma busca detalhada, principalmente para alguns cargos de setores específicos e decisivos, como TI por exemplo.
Mesmo que um candidato consiga enganar as técnicas de filtragem, ainda existe o risco de ser pego depois de contratado e precisará conviver como um fugitivo, com medo de ser pego na próxima esquina com conseqüências sérias para sua imagem. Acredite, isso acontece com mais freqüência do que você imagina.
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Roberto Machado em
Empregos
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3 de
julho de
2009
Trabalhar sem roupa levou a experiência de uma empresa de marketing e design a virar programa de televisão. Você toparia trabalhar um dia inteiro completamente nu?

A equipe da empresa de design inglesa. Ao centro a gerente Sam Jackson
Com o pretexto de levantar o moral da equipe a empresa inglesa de marketing e design instituiu o ‘Naked Friday’ ou sexta-feira nua. Passaram um dia inteiro pelados seguindo as orientações do guru motivacional e psicólogo David Taylor.
A empresa, sob os efeitos da crise, foi obrigada a dispensar 6 integrantes da equipe, fazendo com que os demais ficassem desmotivados. Porém, segundo a ideia do guru, tirando as roupas a equipe também estaria se despindo de suas inibições, melhorando assim a comunicação.
Depois desse dia a equipe poderia ser mais honesta sobre suas opiniões, conversar mais abertamente. Ok, sabemos que um ambiente onde todos se expressam fluentemente funciona melhor, mas você acha que precisa tanto? Não sei bem se escutar a bunda de um colega de trabalho descolar da poltrona de couro seria um fator de motivação.
Talvez eu esteja ficando velho.
Guru motivacional ou marqueteiro?
Do meu ponto de vista isso é muito mais uma estratégia de marketing que uma estratégia motivacional. Afinal, eles filmaram tudo e a coisa tomou motes de programa de televisão! Já pensou na exposição disso?
A nudez vem promovendo peças de teatro, bandas, companhias de aviação, etc… com respeitáveis resultados. Por este ângulo eu me sentiria muito mais incentivado a ficar peladão. Talvez esse pretexto motivacional sirva apenas como uma tentativa de defesa contra alguma associação de ofendidos.
E você, o que achou dessa estratégia de marketing?
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Roberto Machado em
Curiosidades, Marketing
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1 de
julho de
2009
Um único membro de uma equipe de atendimento ao cliente pode estigmatizar toda a empresa. Fique atento a todos os pontos de contato com o público!

É fato, toda empresa tem uma cara. Alguém que a represente em dado momento que não necessariamente o próprio dono ou relações públicas. Pode ser uma telefonista, um balconista, garçom, moça da faxina ou porteiro.
Gostamos de nos referir a um grupo de pessoas selecionadas como nossa equipe de atendimento, as quais precisam estar muito bem treinadas para desempenhar a função. Mas também não podemos desconsiderar todos os outros pontos de contato que a empresa tem com o cliente.
Toda a empresa deve ser encarada como uma grande equipe de atendimento! Se um cliente conversa com um funcionário e recebe um tratamento ruim passa a ver toda a empresa pelo estigma que essa única pessoa criou.
O potencial de uma marca negativa é perigoso, pois sabemos que quando isso acontece o boca a boca atinge até 20 pessoas do círculo de amizades desse cliente. Para piorar, um atendimento ruim pode ser feito até mesmo sem pronunciar uma única palavra. Também contam nesse jogo coisas como:
- Uniforme padronizado e limpo
- Funcionários com unhas e cabelos cortados
- Os homens com barba feita
- Moças com cabelos amarrados e maquiagem leve
- Asseio pessoal e perfume suave
Em fim, o marketing pessoal de cada um dos membros conta muitos pontos quando o assunto é atendimento ao cliente feito pessoalmente.
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Roberto Machado em
Comportamento
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