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28 de janeiro de 2009

Campus Party 2009: no painel sobre mídias sociais nas empresas

Discutimos redes de relacionamento, articulações das empresas e seus clientes, participação do usuário na melhoria dos serviços, estratégias, enfim, como as mídias sociais entraram no universo dos negócios

Palestra na área Campus Blog do Campus Party, sobre mídias sociais e corporações com a participação de Marcelo Vitorino (Amélias), Oswaldo Gouvêa (Peabirus), Roberto Machado (DoceShop), Stelleo Tolda (Mercado Livre) e Fábio Seixas (Camiseteria)

A palestra na área de blog do Campus Party, sobre mídias sociais nas corporações contou com a participação de Marcelo Vitorino (Amélias), Oswaldo Gouvêa (Peabirus), Roberto Machado (DoceShop), Stelleo Tolda (Mercado Livre) e Fábio Seixas (Camiseteria).

Para sintetizar o que dissemos no painel, que durou apenas 1 hora, criei a lista abaixo a fim de agrupar de maneira direta as principais diretrizes geradas pelas experiências do grupo.

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19 de outubro de 2008

Empreendedorismo brasileiro no movimento Bota Pra Fazer

Bota Pra Fazer é a versão brasileira do movimento global pelo empreendedorismo, que está mexendo com as pessoas do planeta. É a primeira vez que o mundo todo colocará o empreendedorismo em pauta simultâneamente!

Incentivar o empreendedorismo é um dos pilares de sustentação que motivou a criação e a continuidade de nosso blog corporativo. Sempre, desde o primeiro post, procuramos dar ênfase na criação de novos projetos e empresas, fomentando ideias.

Pensando nisso, não há como deixar de colocar nosso dedo nesse movimento em prol do empreendedorismodo qual você também pode participar, compartilhando conhecimentos adquiridos por quem já faz, ou simplesmente aprendendo para fazer.

O que é o movimento Bota Pra Fazer

O objetivo mesmo, é fazer com que empreendedores materializem possíveis ideias geniais que mantém em suas cabeças. É um movimento para chutar as cadeiras e tirar logo aquele seu projeto, produto, máquina ou serviço da gaveta. Vamos lá!

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19 de abril de 2008

O despertar de um empreendedor e o início de uma nova vida

O abalo inicial de levar um empurrão para o vôo solo e a alegria de conseguir voar completamente sozinho como um novo empreendedor. Uma história inspiradora.

 

A história de Alessandro Martins me chamou a atenção. Ele conta em seu blog o abalo de perder um emprego de dez anos e a felicidade ao perceber que pode se aventurar em vôos solos.

É exatamente assim que quase a totalidade dos empreendedores do Brasil inicia seu negócio próprio. Porém Alessandro fez algo diferente da maioria.

Um detalhe muito importante.

» Ele foi empreendedor durante a vida como assalariado.

No Brasil, muita gente só inicia suas atividades empreendedoras depois que deixam seus empregos. A meu ver, um erro fatal. Empreender é um jogo que se aprende tentando e é arriscado.

Quando um negócio começa pelo prazer de aprender, sem a imposição da necessidade, há tempo e recursos para tentar, errar, aprender e tentar novamente.

Alessandro resumiu o sentimento mais puro de um empreendedor.

De repente, foi como se meus olhos se abrissem e eu percebi que vender meu bem mais precioso – o meu tempo de vida – para quem quer que seja passou a ser algo absurdo”.

É isso aí Alessandro, você é campeão.

Mais sucesso!
20 de março de 2008

Como vender seu peixe na internet, literalmente

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Ganhar dinheiro vendendo peixes vivos pela internet. Um exemplo de superação de obstáculos dos empreendedores

Como vender seu peixe na internet

O amigo Noel também já descobriu como ganhar link no blog da DoceShop. Sugerindo conteúdo relevante. Você já sabe que gosto de pesquisar empreendedores e este caso foi simplesmente irresistível.

O chará Roberto vende peixes na loja. Porém o comércio eletrônico é responsável por 80% do faturamento. Pesquisou um ano inteiro para descobrir como vender peixes vivos on-line. Tentou até conseguir.

Há alguns anos outros empreendedores descobriram formas de vender flores on-line. Estudaram como fazer com que as delicadas flores chegassem ao seu destino, como recém colhidas.

Quais as características semelhantes destes casos? Eu vejo:

  • Perseverança (teimosia mesmo)
  • Pesquisas (dignas de cientistas)
  • Testes (pagaram para ver)

Parece fácil. Mas é tarefa para empreendedor.

Assista o vídeo incrível que amigo Noel garimpou:

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27 de fevereiro de 2008

Uma idéia para vender mais e mudar sua empresa para sempre

Troque ideias com os membros do fórum. - (1) Mensagens

O melhor lugar para uma empresa estar não é numa esquina movimentada do centro da cidade, mas na cabeça do seu cliente. Como montar uma empresa de futuro.

Uma boa idéia para ganhar dinheiro

Às vezes recebo alguns e-mails de pessoas pedindo ajuda, para salvar seus negócios. Uma idéia de promoção geralmente. Só que até hoje não vi um único negócio ser reerguido ou salvo apenas com promoções.

Alguns casos são de pessoas que resolveram montar uma empresa em épocas favorecidas pela sazonalidade. Sem planejamento, acabam sucumbindo às épocas em que o movimento abaixa. Isso não se resolve com idéias de promocão de última hora, salvo algumas raridades.

São problemas graves e costumo sugerir que também busquem ajuda com quem já está envolvido no negócio. Existe uma técnica para fazer isso, que consiste em juntar todo mundo e conversar, que chamamos aqui no interior de ‘Toró de Parpites’ (Brainstorm). Se isso não resolver, amplie a técnica para fora da empresa. Pergunte aos clientes.

São coisas que funcionaram para mim e que compartilho esperando aprender algo em troca. Boas idéias para as horas ruins são difíceis de conseguir, ainda mais durante o sufoco.

Socorro! Onde estão os clientes?

Porém, tenho achado cada vez mais, pessoas e histórias com uma idéia que além de salvar seus negócios com o pé na cova, acaba fazendo a empresa vender muito mais de forma sustentável.

Este artigo é para o empreendedor, funcionário ou empresário, ajudar as empresas em que atuam, nessas reuniões de Brainstorm. Faltou idéia? Aqui vai uma excelente e que pode fazer grande diferença. 

Para quem é funcionário é algo que pode ajudar a manter o emprego. Já que empresa falida é sinônimo de olho da rua, se você gosta do lugar em que trabalha pode ajudar no ‘Toró de Parpites’.

Trata-se de uma idéia para ganhar dinheiro e busca responder algumas perguntas:

  • Como vender mais? (a nova era)
  • Como gastar menos? (estrutura enxuta)
  • Qual a visão de futuro? (tendência)
  • Para onde vai o dinheiro? (seguindo o fluxo)
  • Onde estão os clientes? (aumentando os clientes)
  • Como eliminar a inadimplência? (ou quase)

Fique atento. Se seu negócio não é mais o mesmo, talvez sua concorrência já tenha aplicado esta idéia! Ela vale dinheiro.

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22 de fevereiro de 2008

Curso de atendimento ao cliente. Ninguém deveria precisar de um.

Uma dica simples, fácil e eficiente de como atender bem ao cliente, numa história real de atendimento.

Bala de menta como troco

Depois do artigo sobre a falta de moedas, me lembrei de uma cena que presenciei na loja de conveniência de um posto de gasolina.

A moça do caixa aprendeu uma lição que levará pelo resto da vida. Lição esta que deveria ter sido lhe passada em treinamento, mas aprendeu na pele e o pior, em ação com o cliente.

Uma lição simples. Mesmo assim alguns acham necessário fazer curso de atendimento ao cliente. Sinceramente, se o empreendedor e o funcionário precisam de curso para aprender isso então estão muito atrasados.

O melhor curso de atendimento ao cliente que existe é o que o papai e a mamãe ensinam assim que se aprende a andar. Atender ao cliente é uma questão de educação, respeito e vontade de ser útil.

Aprendendo com os erros dos outros

Um velhinho chegou ao caixa e pagou a conta. Recebeu de troco um punhado de balinhas de menta. Assim, sem mais nem menos, sem nenhuma pergunta. A caixa simplesmente presumiu que o velhinho queria as balas. Que velhinho não curte uma balinha de menta?

A fila andou e um senhor de cabelo grisalho chegou ao caixa com os produtos. Esperou a moça somar e dar o total. Sem titubear ele levantou uma sacola cheia de balas de menta e deu como pagamento! Armou o maior barraco.

Em voz alta ele disse; Há dois meses você me paga o troco com balinhas. Hoje eu quero comprar com as balinhas que você me deu no lugar do troco. Oras!

O resto da fila toda riu. Sorte da moça ninguém ter começado a bater palmas, senão seria uma ovação.

Lição: cliente não é trouxa.
6 de janeiro de 2008

Quem mexeu no meu queijo? Foi o prefeito de Uruana.

Prefeito é pego por infração de trânsito com mussarela inadequada para consumo e sem nota fiscal 

gorgonzola1.jpg 

Divan José de Resende. Por incrível que pareça ele foi detido pela PM, em Ribeirão Preto, com um caminhão carregado com 6 toneladas de queijo, marca Ramos, sem nota fiscal. Segundo a fábrica todo o lote estava com embalagem falsa. 

O queijo estava sendo transportado de forma inadequada e a vigilância sanitária determinou que fosse levado para o aterro sanitário.

Empreendedorismo não aceita atalhos

Comum nas seções de cinema de uma variedade de treinamentos corporativos o vídeo ‘Quem mexeu no meu queijo’ fala sobre como atingir o sucesso em tempos de mudanças, utilizando como personagens dois ratinhos e dois duendes dentro de um labirinto.

 Se você ainda não viu segue os links para o vídeo:

Algumas vezes o empreendedor faz tudo certo tal qual o duente Haw do vídeo, mas é obrigado a começar na informalidade. Existem empresários de sucesso que começaram vendendo muamba como camelôs, eu não recrimino mas também não posso concordar.

Cada caso é um caso, mas sou absolutamente contrário quando quem faz isso usa alimentos ou remédios e é ninguém menos que um Prefeito.

11 de dezembro de 2007

Assista este vídeo imperdível do Lars Grael na Endeavor

Exemplo de atitude empreendedora: inspire-se com a história de um capeão. Ele não desiste nunca.

Imagem de vídeo do Lars Grael no site da Endeavor 

Prepare-se para assistir este vídeo incrível do Lars Grael. Reserve 1 hora e 40 minutos para degustação.

20 de novembro de 2007

O dia em que deixei um ladrão sem os dentes da frente

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Não se meta com um empreendedor. Leva 1.21 segundos para uma praga dele pegar e não largar mais

Uma queda de bicicleta do tipo Tiradentes

Chuva de meia hora em Ribeirão é suficiente para detonar a cidade. É árvore que cai, inundação, carro arrastado para dentro do rio, fios de alta tensão sambando no chão, bueiros esguichando água a um metro e meio de altura, criança gritando, gente correndo, etc…

A cidade vira um inferno e nem é preciso bacia de água, gato preto nem o Constantine.

Depois de um tempo, quase tudo volta ao lugar. Menos o asfalto. Onde a enxurrada passa leva a camada leve de asfalto tapa buraco que a prefeitura coloca abrindo novamente as crateras no chão.

O dia do assalto (de novo)

Num dia desses, pós tempestade, entrou um maluco que devia ter cheirado pólvora e nos assaltou. Levou o caixa, um telefone sem fio e um saco de bombom Sonho de Valsa, na maior tranqüilidade.

Eu vi pela câmera na parte de cima da loja. Nessas horas, tudo o que a gente fala para os outros vai por água abaixo. É difícil ficar calmo, deixar levar e minimizar os riscos.

Liguei pra polícia e desci correndo para fazer sei lá o que e quando cheguei lá embaixo o cara já tinha ido embora de bicicleta.

A praga rogada

Xinguei até a vigésima quinta geração do meliante. Cara, que raiva. Sofremos muitos assaltos grandes e pequenos, contei alguns aqui e aqui.

Me acalmei um pouco e roguei a praga: Também, esse viado não vai poder aproveitar a grana nem o bombom Sonho de Valsa.

No mesmo segundo apareceu uns 15 moleques com meu telefone sem fio na mão e os bombons na boca. Tinha um lá que estava tentando engolir uns quatro bombons de uma só vez.

Perguntei o que houve e a resposta foi surpreendente. O ladrãozinho virou a esquina dando tudo que tinha na bicicleta e caiu dentro de um super buraco que a chuva abriu no asfalto. Se arrebentou todo e até que ele se recuperou a molecada pegou o dinheiro, os bombons e o telefone que caíram no chão.

É claro, os guris levaram a grana, pelo menos me devolveram o telefone. Só fiz questão deles me repetirem a história várias vezes, principalmente a parte que o ladrão se esborrachou de boca no chão.

Praga de empreendedor pega mesmo.
20 de setembro de 2007

Uma boa estratégia de marketing não precisa ser complicada

Ambulantes de Ribeirão Preto viraram referência turística na cidade vendendo balas, bombons, pipoca e churros com irreverência, criatividade e cara de pau

Ribeirão Preto é conhecida pela famosa choperia do Pingüim pelo Teatro Municipal e pelas inúmeras personalidades curiosas da cidade.

Um dos meus preferidos era o Seo Onécio José de Souza, ele tinha problema de visão, a qual foi perdendo até ficar completamente cego.

A partir daí ele começou a vender bilhetes de loteria no centro da cidade onde criou os jargões que pronunciava de forma peculiar.

Olha a borboleta!
A última tele-sena!
Ó o viado!

Este último deixava todo mundo procurando ou gente com cara de “ai fui descoberto”. Era um barato. Com isso ele foi ao longo dos anos virando referência na cidade e aos poucos formou três filhos, um homem e duas mulheres.

Uma das mulheres é professora da USP, mas ele não parou por aí. Comprou três casas que o ajudavam com o aluguel, dentre outras coisas. Mesmo cego mostrava-se feliz e realizado.

Mais três que tem todo meu respeito

Josafá, vendedor ambulante

Josafá, Leôncio e Leonardo são ambulantes na cidade já há quase duas décadas. Ficaram famosos quando começaram a vender vários tipos de doces de maneira inusitada.

Seu repertório era formado por músicas como “Tá com sede! Olha, olha a água mineral, água mineral, água mineral!”, dancinhas em trio e uma das marcas registradas que atualmente somente o Josafá mantém, as fantasias das quais as mais famosas são de Charles Chaplin, Rosa e Rosinha e Loira do Tchan.

O Léo revela sua criatividade em portas de boates à noite formulando jargões como:

Compre um Trident e arrume um preten-dente
Compre um Tic-Tac para não ter um piripaque
Compre um Buballoo para não ficar jururu e
Compre um Buballoo para arrumar um bilú.

São chamados de Irmãos Bombom e são tão conhecidos quanto o Faustão por aqui.

Se você quer saber como montar uma empresa com pouco dinheiro é assim, com muita… criatividade, irreverência e cara de pau.

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