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Relaxe

12 de setembro de 2009

Você já pensou em usar a força da marca em prol de boas causas?

Veja como a Tic Tac americana fez para envolver seu público em uma boa causa utilizando a força da marca. Uma estratégia de marketing do bem.

É sempre legal, quando grandes companhias de doces colaboram em boas causas, e este caso não foi exceção. Para cada vez que o jogo da velha ou Tic Tac Toe abaixo foi jogado a Tic Tac doou mais um dólar até o total de cinco mil dólares, além da doação de cem mil dólares que já tinha feito.

Os cinco mil dólares foram atingidos rapidinho.

Essa campanha da Tic Tac também foi uma tentativa de definir o recorde mundial de Tic Tac Toe jogados ao mesmo tempo. Isso tudo foi parte de uma grande parceria com CancerCare para sensibilizar as pessoas dos efeitos do câncer, que pode atingir qualquer um.

Uma estratégia de marketing interessante e útil. ;)

A promoção já acabou, mas você ainda pode jogar uma partidinha.

PS: O jogo foi retirado do servidor.

8 de setembro de 2008

Como dar o nó em gravata mais rápido e divertido do mundo

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Nó em gravata pode ser um suplício quando o tempo está curto para ir aquele evento importante. Veja como dar nó em gravata de maneira fácil, super rápida e divertida.

Como dar nó em gravata

Nó em gravata nunca foi meu forte, sempre me dá um suador danado ficar ajustando o nó enquanto a gravata está no meu pescoço de Mike Tyson, curto e grosso (para não dizer gordo).

Não sou de ficar estudando os tipos de nós em gravata que são possíveis fazer, mas também me recusei a me dar por vencido a fazer um nó simples e acabar comprando gravatas de nó pronto.

Até porque já tenho um monte de gravatas compradas que não abro mão.

Aprendi a fazer um nó de gravata com onze anos. É o mesmo nó que uso até hoje, limpo e funcional. Porém lento e chato de fazer. Resolvi buscar na internet se havia alguma novidade na arte e encontrei dois vídeos absurdos de caras fazendo seus nós.

O cidadão do vídeo abaixo diz fazer o nó em gravata mais rápido do mundo e depois que assisti não duvidei disso, se você bater o recorde dele vale a pena gravar e mostrar. ;)

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29 de março de 2008

O dia em que atendi um cliente que assoviava enquanto falava

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Respeitar e ser útil ao cliente não significa fazer um atendimento sem graça. Humor é bom, mas com cuidado.

Gosto de conversar. Novos clientes são na maioria das vezes ótimas fontes de bate-papo. Eles sempre trazem algumas histórias fascinantes, cada um do seu jeito muito próprio.

Quando conheço a pessoa há algum tempo, é fácil transformar a conversa numa brincadeira. Isso ajuda a fazer o dia-a-dia no trabalho leve e manter o tempo passando rápido.

O cliente que às vezes chega tristonho vai embora sorrindo.

A brincadeira depende de um reconhecimento de pessoas apurado. Não dá pra generalizar piadinhas e tiradinhas. Fazer um cliente rir requer relevância. Precisa estar dentro do assunto que a pessoa gosta.

Caso contrário, uma brincadeira inocente pode facilmente se transformar numa situacão ofensiva. E aí? Aí, adeus cliente.

Quando o feitiço vira contra o feiticeiro

Alguns clientes entram na brincadeira, como quando disse que a TV do futuro iria passar dentro de nossas cabeças e o cliente (careca) disse que então iria precisar colocar bombril para melhorar a recepção.

Porém outros, mais íntimos, vão além. Observam meu comportamento e brincam com minhas fraquezas. Uma delas é que sou de rir fácil. Me divirto com qualquer coisa, mas algumas são politicamente incorretas.

Sabendo disso um cliente antigo trouxe um amigo e me apresentou. Um cara alto, magro e sério pra caramba que começou a falar sem parar e todas as palavras com ‘s’ vinham acompanhadas de um assovio.

Segurei a onda. Tentei sair de fininho, mas não deixaram. O cara falando e falando. Fiuuuu pra lá, fiuuuu pra cá. Senti uma gota de suor descer na testa. Estava sendo torturado.

Nunca tinha visto um cara mais engraçado na vida, mas como rir de um problema desses?! Eu não podia rir, é um problema que o cara tem, pô. E dá-lhe fiuuuu,…ssssfiuuuu. Eu já não estava nem ouvindo mais nada.

De repente todos começaram a rir do meu sofrimento! O magrelão não tinha problema nenhum. Foi uma brincadeira dos clientes. Ahhhh, não existe nada melhor do que poder rir à vontade.

É o preço que pago por…

…ser brincalhão.