27 de outubro de 2006

Garrafa ao mar

Navegando pelo mar de informação da internet me deparei com a “Garrafa ao mar” lançada pelo Menalton Braff. Dentro havia uma mensagem que me colocou para pensar por algum tempo. Não é fácil buscar uma resposta para: É possível melhorar o mundo?

Diante desta pergunta me senti pequeno. Afinal, antes de achar a  resposta é necessário conhecer os problemas e não há especialista que consiga concatenar em pensamentos todo o conhecimento necessário para isso. Estamos falando do mundo!

Comecei instintivamente a usar uma técnica administrativa que consiste em dividir grandes e complicadas tarefas em várias tarefas menores. Fiz isso, e através de uma viagem pela coletividade; a escola, a política, as igrejas… Cheguei a fonte dos problemas, ou soluções da humanidade. O próprio ser humano solitário, a resposta está no indivíduo.

Cada um de nós é responsável pelos erros e pelos acertos da coletividade. Somos uma equipe e eu acredito nela. Nesse ponto, meu sentimento de impotência frente à magnitude da pergunta começou a desaparecer. É sim possível melhorar o mundo, mas o indivíduo também precisa entender a coletividade. Entender que pode ser ruim para o seu vizinho o que é bom exclusivamente para si próprio. É igualmente importante que os que compreendem a coletividade não se sintam tentados pelo seu poder dando início a fisiologismos voltando-se ao indivíduo. Para isso, o conhecimento.

Como diz a música, “a vida vem em ondas como o mar” e é necessário compreender os extremos para encontrar o equilíbrio. As guerras, a intolerância, as fronteiras, a corrupção, as diferenças são um reflexo do aprendizado da criança humanidade. Para resumir eu acredito que o homem indivíduo e o tempo podem melhorar o mundo em vários aspectos se não em todos eles.

Como diz um velho sábio. Tem que ter fé.


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     Um comentário

    1. Luiz Barreiros

      Vc expõe com admiravel claresa, em texto exepcionalmente sucinto um tema filosófico de grande profundidade. Quem dera que o Bush e o Hugo chavez pensassem assim.

      [Responder]

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