O dia em que atendi um cliente que assoviava enquanto falava
Respeitar e ser útil ao cliente não significa fazer um atendimento sem graça. Humor é bom, mas com cuidado.
Gosto de conversar. Novos clientes são na maioria das vezes ótimas fontes de bate-papo. Eles sempre trazem algumas histórias fascinantes, cada um do seu jeito muito próprio.
Quando conheço a pessoa há algum tempo, é fácil transformar a conversa numa brincadeira. Isso ajuda a fazer o dia-a-dia no trabalho leve e manter o tempo passando rápido.
O cliente que às vezes chega tristonho vai embora sorrindo.
A brincadeira depende de um reconhecimento de pessoas apurado. Não dá pra generalizar piadinhas e tiradinhas. Fazer um cliente rir requer relevância. Precisa estar dentro do assunto que a pessoa gosta.
Caso contrário, uma brincadeira inocente pode facilmente se transformar numa situacão ofensiva. E aí? Aí, adeus cliente.
Quando o feitiço vira contra o feiticeiro
Alguns clientes entram na brincadeira, como quando disse que a TV do futuro iria passar dentro de nossas cabeças e o cliente (careca) disse que então iria precisar colocar bombril para melhorar a recepção.
Porém outros, mais íntimos, vão além. Observam meu comportamento e brincam com minhas fraquezas. Uma delas é que sou de rir fácil. Me divirto com qualquer coisa, mas algumas são politicamente incorretas.
Sabendo disso um cliente antigo trouxe um amigo e me apresentou. Um cara alto, magro e sério pra caramba que começou a falar sem parar e todas as palavras com ‘s’ vinham acompanhadas de um assovio.
Segurei a onda. Tentei sair de fininho, mas não deixaram. O cara falando e falando. Fiuuuu pra lá, fiuuuu pra cá. Senti uma gota de suor descer na testa. Estava sendo torturado.
Nunca tinha visto um cara mais engraçado na vida, mas como rir de um problema desses?! Eu não podia rir, é um problema que o cara tem, pô. E dá-lhe fiuuuu,…ssssfiuuuu. Eu já não estava nem ouvindo mais nada.
De repente todos começaram a rir do meu sofrimento! O magrelão não tinha problema nenhum. Foi uma brincadeira dos clientes. Ahhhh, não existe nada melhor do que poder rir à vontade.
É o preço que pago por…
…ser brincalhão.
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"... Blog da Doceshop rapidamente conquistou uma posição sólida entre os blogs corporativos, tem muito e bom conteúdo, e é constantemente linkado por muita gente séria..."
"...o Roberto é um cara bacana (com meia dúzia de dicas que trocamos por comentários, e-mails e MSN ele montou um dos melhores blogs corporativos do Brasil)."
"...se eu fosse você, iria agora dar uma lida, porque de empreende-dorismo o cara manja. E tem visão. E é ético. Em outras palavras, uma opinião como a dele não pode ser ignorada"
Meu nome é Roberto Machado, proprietário do DoceShop Atacado e Varejo de doces e autor deste
29 março, 2008 às 9:09 pm
Olá Roberto, Obrigada pela sugestões, pelo ensinamento!
Eu, como aprendiz de empresária tem agregado conhecimento e crescimento com seus artigos.
Todos muito informativos e interessantes.
Doceshop, doce blog.Que de-li-cia!
Quando for a a São Paulo farei uma visitinha na sua loja.
Parabéns e obrigada
Cleide Celeste
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30 março, 2008 às 3:55 pm
Gostei demais dessa provação, rs !
Estou aqui também com um sorrisão aberto, rindo de você. haha
Abraços, e parabéns pelas delícias do blog.
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1 abril, 2008 às 1:09 am
Esse tipo de coisa já me aconteceu. Sabe aquela máxima: “perco o amigo mas não perco a piada”. Algum tempo atrás não me fazia de rogado, mas hoje certamente, mais maduro e consciente de que respeito é bom e todos nós gostamos, me conteria. Basta nos lembrarmos da empatia. ok?
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1 abril, 2008 às 4:26 am
Apesar da situação ter sido uma brincadeira, poderia ser real.
Passei por algo parecido quando presenciei a conversa de dois gagos, um achando que o outro estava imitando e brigando por isso.
Quanto mais séria é a situação pior fica.
Não poder rir de uma situação potencialmente engraçada, mesmo que pelo respeito, acaba sendo mais um estímulo para morrer de rir.
Espero nunca mais passar por algo assim na minha vida.
Realmente é torturante.
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1 abril, 2008 às 2:22 pm
Estou fazendo um trabalho para a faculdade e escolhemos este blog, gostaria que respondesse alguma perguntas para meu e-mail se for possível!
-Por que e para que a empresa possui um blog?
-Os funcionários possuem blogs pessoais? Se sim, o que falam? E sobre a empresa?
-Qual o público-alvo que o blog pretende atingir?
-Qual ou quais são os departamentos envolvidos no processo de funcionamento do blog?
-Qual a tecnologia de blogs empregada? É um blog instalado em um serviço de hospedagem? Está em um servidor específico?
-Existe alguma integração do blog ou de seus resultados com os demais processos operacionais da empresa?
-Existe alguém responsável por mensurar os resultados dessa ferramenta?
-Como se dá esse processo?
OBRIGADA
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2 abril, 2008 às 1:13 pm
É difícil de acreditar, mas estas situações acontecem mesmo.
Esta semana atendi um cliente na agência que soluçava o tempo inteiro.
Complicado isso….. primeiro porque ele não conseguia terminar uma frase e segundo porque eu não podia rir!
hehehehe
Beijos a todos e bom dia!
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31 outubro, 2008 às 3:17 pm
Cara… estou simplesmente feliz por conhecer este blog!
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