Os tombos que levo
É muito bom lutar pela independência e colher os frutos das sementes plantadas. Mas como tudo, isso também tem seu preço. A história e a natureza ensinam que os mais fortes engolem os mais fracos, que as conquistas são transferidas ou tomadas para que sejam passadas de mão em mão, e existem muitas formas disso acontecer. Pode ser um casamento, uma sociedade, uma trapaça, negócio mau feito, óbito, doação, etc… O patrimônio flui contra e a favor, quer você queira ou não.
Ontem fomos novamente vítimas de uma dessas forças de fluência. Um assalto. Não importa o tamanho do capital que se consegue juntar, sempre haverá alguém que tentará tomar e o empreendedor tanto sabe disso que pondera o risco que será necessário correr e como minimizar, ou até neutralizar, possíveis tragédias.
Ninguém foi machucado, a perda foi pequena e a polícia já está em busca do meliante. Essa não é a primeira vez e acredito que não será a última também, mas a cada dia criamos novos planos de contingência, o que me leva às vezes a algum tipo de paranóia.
Passando por essas experiências é fácil entender quando alguém num carro importado olha pelo retrovisor, vê duas pessoas numa moto fazendo o mesmo caminho a mais de quatro quarteirões e apavora. Como diz o ditado: “Todos vêem as pingas que tomo, mas ninguém vê os tombos que levo”.





"...o Blog da Doceshop rapidamente conquistou uma posição sólida entre os blogs corporativos no Brasil, tem muito e bom conteúdo, e é constantemente linkado por muita gente séria..."
"...o Roberto é um cara bacana (com meia dúzia de dicas que trocamos por comentários, e-mails e MSN ele montou um dos melhores blogs corporativos do Brasil)."
"...se eu fosse você, iria agora mesmo dar uma lida, porque de empreende- dorismo o cara manja. E tem visão. E é ético. Em outras palavras, uma opinião como a dele jamais pode ser ignorada, não é mesmo?"
19 janeiro, 2007 às 8:35 pm
Que bom que nada pior ocorreu. Desejo boa sorte e que seu empreendimento continue crescendo…
sucesso
20 novembro, 2007 às 6:53 am
[...] geração do meliante. Cara, que raiva. Sofremos muitos assaltos grandes e pequenos, contei alguns aqui e [...]