Vending Machines de iPod

Foto: juicyrai
Link do vídeo (se desbloquear)
No Brasil já é relativamente normal encontrar vending machines de refrigerantes, doces e salgados, bebidas quentes (café, capuccino, chá, etc…) e até livros. Mas os países do primeiro mundo vão muito além disso. Um exemplo contundente é essa máquina de iPods. Uma touch screen dessas não dura 0,15 segundos se for aplicar aos duros dedos (e unhas) tupiniquins.
Mas minha fé remove montanhas, e um dia não vamos mais retirar tampinhas de latas, cigarros e palitos dos aceitadores de notas e moedas de nossas máquinas. Nossos orelhões e banheiros públicos estarão sempre preservados pela população assim como a iluminação pública deixará de ser apedrejada em locais ermos, ônibus públicos terão seus assentos mantidos intactos. E nossas escolas vão conseguir ensinar efetivamente cidadania.
PS: Descobri no KANEOYA + DESIGN que em um aeroporto internacional de Atlanta uma dessas máquinas chegou a vender sozinha US$ 55 mil em um mês!
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"... Blog da Doceshop rapidamente conquistou uma posição sólida entre os blogs corporativos, tem muito e bom conteúdo, e é constantemente linkado por muita gente séria..."
"...o Roberto é um cara bacana (com meia dúzia de dicas que trocamos por comentários, e-mails e MSN ele montou um dos melhores blogs corporativos do Brasil)."
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Meu nome é Roberto Machado, proprietário do DoceShop Atacado e Varejo de doces e autor deste
7 janeiro, 2007 às 5:54 am
No Japão, máquinas de venda automáticas são onipresentes e movimentam um mercado GIGANTESTO. Há um tempo atrás, comentei em um post do pastel de vento sobre um site que relaciona algumas fotos destas máquinas – muito ecléticas, aliás.
No país do sol nascente, até BESOUROS podem ser comprados desta forma.
Muito interessante.
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8 janeiro, 2007 às 8:26 am
Muito legal aquele seu post sobre o assunto Fritador. Só lamento ser tão difícil o uso da Vending Machines no Brasil. Questão de cultura e de moeda. Mesmo assim o mercado continua crescendo… é o que mantém minha fé de um dia conseguirmos torná-las muito comuns.
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8 janeiro, 2007 às 6:18 pm
Você foi no ponto, Roberto. É uma questão cultural mesmo.
No Japão é algo tão enraizado que as máquinas as vezes viram até ponto de encontro, com as pessoas se reunindo ao redor delas pra bater papo, ficar de bobeira…
Outro dia, quando estive no metrô de SP – e as máquinas automáticas para venda de passes AINDA funcionavam – era visível a preferência das pessoas pelos guichês normais. É uma situação semelhante ao uso de caixas internos ao invés dos caixas eletrônicos nos bancos. As pessoas ainda preferem uma pessoa do outro lado – até para que possam ter com quem reclamar
Só o tempo e com a mudança de mentalidade das novas gerações certas coisas se consolidarão…ainda chegaremos lá.
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9 janeiro, 2007 às 10:02 pm
Olá Roberto
Você pode dar uma olhada neste vídeo que também fala sobre essas máquinas.
http://www.youtube.com/watch?v=VQCZvvTP2Zc&eurl=
Obrigado pela referência.
Um abraço
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11 janeiro, 2007 às 6:52 pm
Essa mentalidade do brasileiro de sempre querer destruir tudo, poderia ser aproveitada para alguma coisa.
hehe
Vai que alguem tem uma ideia.
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11 janeiro, 2007 às 7:07 pm
Vivemos no país em que levar vantagem em tudo é uma das coisas mais admiradas pelos cidadãos. Mas, pelo menos, não custa nada sonhar.
Morei em um país em que máquina de bebidas são muito comuns. Uma mão na roda quando você chega em casa de madrugada querendo beber algo e não tem nenhum mercadinho aberto por perto. Basta sacar umas moedinhas e ir durmir gostoso.
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